O Senge-CE realizou, com o apoio da Prefeitura de Fortaleza e da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), no último dia 20 de setembro, em sua sede, o Tecnologia em Conversa. Gratuito, o evento foi idealizado para profissionais e estudantes.

A iniciativa, que nesta edição trouxe o tema “Urbanismo e Meio Ambiente: Lei de Uso e Ocupação de Solo”, faz parte de um ciclo de eventos realizado pelo Senge-CE este ano. “Já tivemos também em 2017 o ‘Geologia em Conversa’ e o ‘Engenharia em Conversa’. São eventos e atividades com temas atuais que interessam aos profissionais e os aproximam do sindicato. A proposta do Senge-CE é realizar pelo menos um evento como esse por mês. O  ‘Em Conversa’ está só começando, ainda tem muito para crescer”, relata a presidente do sindicato, Helena Araújo.

Profissionais da engenharia e da arquitetura compareceram ao evento e parabenizaram o Senge-CE pela iniciativa. Para o arquiteto e engenheiro eletricista e de segurança do trabalho, Heitor Luis Albuquerque, o encontro é uma forma de se atualizar. “Essa é a terceira vez que participo. Nós engenheiros temos grande importância para o crescimento da sociedade como um todo, então, buscamos sempre nos aprimorar e adquirir conhecimentos, para desenvolver de forma proativa e eficaz as nossas atividades”, comenta. O engenheiro civil, Mario Mamede, afirma que também pretende comparecer aos próximos “Em Conversa” que serão realizados  pelo sindicato. “É importante para todo engenheiro conhecer o Plano Diretor da sua cidade. Certamente vou voltar nas próximas edições para continuar me atualizando sobre outros assuntos”, afirma.

Apresentando e realizando um bate-papo com os convidados sobre os principais pontos da Lei de Uso e Ocupação do Solo e mostrando as diferenças e impactos da nova lei apresentada recentemente, o Tecnologia em Conversa foi ministrado pela arquiteta e urbanista, Regina Costa e Silva.  “Eu vim apresentar a Lei e mostrar como devemos usar e ocupar a cidade com suas edificações e como devem ser instalados os empreendimentos. Toda a parte de funcionamento e construção da cidade é regulada por essa lei. É importante apresentar quais são as exigências e como os profissionais devem encarar os novos regulamentos. A cidade tem que compreender a importância dessa lei”, relata.

A arquiteta, que é servidora da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Seuma), acompanha a lei desde o começo. “Eu trabalho nessa parte de urbanismo e controle urbano há três anos, então comecei a atuar também com planejamento. Minha primeira missão foi acompanhar a aprovação da lei e agora apresentar para a cidade o que mudou da lei antiga, o que melhorou e o que facilitará a vida da população”, afirmou Regina.

 

Entenda a LUOS

A Lei de Uso e Ocupação do Solo define as normas gerais para o desenvolvimento da cidade. Nela se encontram reunidos os princípios e orientações para a utilização e ocupação do espaço urbano, com o objetivo maior de garantir o desenvolvimento da cidade de forma equilibrada e sustentável.

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